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Edupunk, tentando não fazer mais do mesmo.

segunda-feira, agosto 31st, 2009

O termo não é novo para o tempo da internet (maio de 2008), mas recente para o tempo da Educação (sim, para o bem ou para o mal, mudamos lentamente)!

O conceito por trás do termo Edupunk, sob certos aspectos, também não é novo para o professor usual, no Brasil. Quem quer fazer diferente e tem como sul impactar na vida dos seus alunos ou da Escola, de um jeito ou de outro precisa seguir o “faça você mesmo (DiY)“.

Óbvio que este deveria ser só o primeiro passo! Faça você mesmo deveria, tão rápido quanto seja possível, caminhar para o “Façamos nós mesmo“, façamos de modo descentralizado, etc…

Um segundo ponto, subjacente ao conceito e que eu mais gostei, é a opção por usar padrões e ferramentas abertas! Usar soluções que poderão ser repetidas em outros contextos independente de perfis tecnológicos!

Infelizmente muitos professores, educadores e gestores, são prisioneiros de ferramentas proprietárias e soluções fechadas! Acham que é tudo só uma questão de preço! Não é!

Uma sociedade que está cada dia mais conectada, precisa cada vez mais de interoperabilidade, de independência de fornecedores, de liberdade de remixagem, reutilização e de compartilhamento. Precisa de Softwares-Livres na Educação!

Educação para a Era da Informação e do conhecimento é essencialmente incompatível com uso de ferramentas e soluções que restrinjam o uso e o compartilhamento.

Edupunk é também não ter medo de sair da zona de conforto, de usar a ferramenta proprietária só porque é a que ele já utiliza e domina. Viver é aprender coisas novas sempre.

O professor que não é professor de si mesmo, que tem medo de aprender o “difícil” e o novo, terá dificuldades de convencer outros (seus alunos e/ou colegas) de aprenderem! Não, ninguém falou que é fácil! Mas se estivermos conectados a outros professores, a aprendizagem pode ser menos dolorosa!

Interessado no conceito de Edupunk? Aponte seu navegador para esta entrada no blogue Profa. Suzana Gutierrez. Ela indica algumas referências sobre o assunto e discute também o conceito.


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