Como criar um Edublogue – Parte 3
Esta é a terceira (e última) parte da série. A primeira está aqui, a segunda pode ser lida aqui e as motivações da série estão aqui.
A principal virtude dos blogues é criar facilidade para escrita (e conversações) na web! Evidentemente que a primeira apropriação que grande parte dos educadores farão da ferramenta é usá-la para publicar materiais instrucionais fortemente focados no ensino.
Numa visão otimista, o segundo passo é descobrir que os blogues podem ser utilizados para organização e gerenciamento de atividades de aprendizagem. Isto, per si, já seria uma avanço nas nossas escolas, fortemente centradas no ensino e pior, no trabalho individual do professor.
Daí minha preocupação em escrever este terceiro e último texto da série.
Ruptura ou mais do mesmo?
Eu acho que tanto os blogues (edublogues) quanto qualquer outra Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) deve ter como pano de fundo reinventar a Escola.
Não dever ser pensada/utilizada para ajustar-se ao que a Escola é hoje, mas sobretudo, para catalizar a Escola necessária para a Era do Conhecimento e das Aprendizagens.
Logo, os edublogues deveriam tentar romper com a visão do “eu, myself e minha escrivaninha” e procurarem uma prática mais colaborativa!
Poderiam tentar romper com aquela visão de “todos iguais num mesmo formato” e abrir espaço para as diferenças e particularidades.
Se esforçariam em romper com aquela visão “é assim que se faz” e abririam espaço para o “no meu contexto tenho feito assim“.
E por último, mas não menos importante, adotar um edublogue deve ser um movimento do professor que acredita em descobertas e em experimentações. Parar de ter medo de aprender e fazer coisas novas, de desejar o tutorial mastigado, de se sujeitar a todas aquelas regras inadequadas que existem em todas as nossas escolas.
Como poderemos motivar nossos alunos a aprender coisas novas se nós mesmos temos medo das coisas novas?
Sim, tem que manter a crítica e a vontade de desconstruir a escola que aí está. Pois ela já está caindo de podre…
E você o que pensa sobre o papel dos edublogues na prática dos professores e no contexto das nossas escolas? Comente ou escreva sua opinião no seu edublogue!
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fevereiro 12th, 2009 at 2:42 pm
Oi, companheiro. Vim agradecer pela visita, desejar muito sucesso e vida longa ao blog e dizer que admirei sua postagem e consideracoes sobre Edublogs.
De onde veio o termo “edublog”?
Abracos amazonicos
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Opa Franz!
Brigadão pela visita
O termo edublogue é a contração de educação + blogue
Neologismo muito do barato
fevereiro 14th, 2009 at 1:24 pm
Oi, Sérgio!
Tudo bem? Pois é…mais uma coisa pra que eu te admire: gostas das letras roxas em páginas pretas. “Parabenzi!!!”, como diz um de meus alunos. Já contei que trabalho em uma escola especial? Qualquer dia conto (resumidamente, LÓGICO!) alguma coisa sobre eles e como se relacionam com “esse outro” mundo virtual.
Inté!
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Opa Bia Guterres!
Eh eh, o que seria do verde se não existisse o roxo?
Eu sempre fiquei chateado com esta “ditadura estética” que os gurus adoram impor… as pessoas são diferentes, gostam de coisas diferentes, só isso!
PS: Vou ficar aguardando a história completa!
Bjim e boa sorte
fevereiro 26th, 2009 at 12:40 am
Estou indicando você para o selo “100% Intradutível”. (http://professordigital.files.wordpress.com/2009/02/100intradutivel.jpg?w=200)
É só colar no seu blog e indicar outros cinco blogs que você queira.
Abraço,
JC
março 28th, 2009 at 4:49 pm
Bia Guteres,
Seria uma grande evoluçao.