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	<title>Aprendendo em Redes de Colaboração &#187; Professores</title>
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	<description>na Era da Informação  do Conhecimento</description>
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		<title>5 motivos para não se usar microblogues em educação</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[microblogues]]></category>
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		<description><![CDATA[Introdução
Embora a &#8220;rudimentar rede de conexão social&#8221; (segundo Biz Stones), aka twitter, já esteja passando da fase de hype para mainstream entre descolados, moderninhos e céticos de todos os tipos, sempre ocorre um fenômeno comum a vários setores da sociedade, e não seria diferente em Educação:
Virou &#8220;moda&#8221; ou &#8220;fetiche&#8221; achar que os microblogues são o [...]


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<p><img class="alignleft size-medium wp-image-279" title="microblogues" src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2010/02/microblogs-255x300.png" alt="microblogues" width="255" height="300" />Embora a &#8220;<em><a title="Educação pós-Twitter" href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?id=12541&amp;url=ufsc">rudimentar rede de conexão social</a>&#8221; (segundo <a title="Wikipedia te apresenta" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Biz_Stone">Biz Stones</a></em>), aka <a href="http://twitter.com">twitter</a>, já esteja passando da fase de <a title="O que é Hype?" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> para <a title="Wikipedia te explica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainstream">mainstream</a> entre descolados, moderninhos e céticos de todos os tipos, sempre ocorre um fenômeno comum a vários setores da sociedade, e não seria diferente em <strong>Educação</strong>:</p>
<p>Virou &#8220;moda&#8221; ou &#8220;fetiche&#8221; achar que os microblogues são o grande rei da cocada preta e que o seu <strong>uso geral em Educação</strong> será/é o grande pulo do gato!</p>
<p>Correndo o risco de parecer <a title="5 motivos porque o twitter é irrelevante pra mim" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/5_motivos_que_tornam_o_twitter_uma_ferra">mais rabugento do que normalmente sou com esta ferramenta</a>, resolvi escrever os 5 motivos pelos quais *<strong>eu</strong>*, após <a title="um uso focado do twitter" href="http://twitter.com/apfisica">experimentá-la</a> <a href="http://identi.ca/ticseducacao"> intensamente</a>, descarto-a como ferramenta, de uso geral, adequada a uma educação para a <strong>Era da Informação e do Conhecimento</strong>.</p>
<p><strong>PS:</strong> Eu continuarei a usar  um perfil &#8220;<a title="@ticseducacao" href="http://twitter.com/ticseducacao">corporativo</a>&#8221; para fins de investigação. Não investigação de usos educativos, que como argumentarei a seguir considero descartado!</p>
<h3>Meus 5 motivos</h3>
<ul>
<li><strong>Aprendizagem passa necessariamente por reflexão</strong> &#8211; Quando se está aprendendo algo ou quando se <a title="Os perigos do twitter na educação" href="http://goo.gl/QnMo">está organizando atividades que potencializem aprendizagens</a> é fundamental que se tenha reflexões e decantação de ideias. Quer seja a reflexão antes de se responder a uma indagação, quer seja a reflexão sobre um novo conceito ou mesmo o tempo necessário para &#8220;a ancoragem&#8221; com conhecimentos prévios. Incentivar o <a title="Sobre a pobreza das conexões" href="http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/">fluxo contínuo </a>(e irrefletido) de informações contribui muito mais para a produção de ruídos que <strong>podem</strong> ser nocivos a compreensão de ideias, valores ou conceitos do que se está aprendendo e/ou ensinando.</li>
<li><strong>Aprendizagem em rede passa por organização dos fluxos informacionais</strong> &#8211; A perspectiva <a title="Teorias de Aprendizagem na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem">sócio-interacionista da aprendizagem</a> reforça a importância das interações e da linguagem nos processos de aprendizagem, entretanto esta perspectiva destaca que &#8220;quanto mais ricas as interações, maior e mais sofisticado será o desenvolvimento&#8230;&#8221; e convenhamos, não poder haver riqueza de interações, no caso geral, com apenas 140 caracteres!</li>
<li><strong>Organizar a aprendizagem passa por escolher as ferramentas mais adequadas.</strong> &#8211; Não se trata aqui de rejeitar ou endeusar ferramentas a priori (como se costuma fazer com o twitter). Mas é papel dos professores comprometidos com o presente e o futuro de seus alunos refletirem criticamente sobre quais ferramentas se adequam a objetivos educacionais e não quais <a title="esta abordagem da ferramenta" href="http://jenverschoor.wordpress.com/2010/02/08/how-to-use-twitter-in-the-classroom/">objetivos educacionais se adequam a ferramenta da moda</a>! É possível que em situações bem específicas os microblogues possam ser <a title="twitter em biologia e física" href="http://www.botanicalls.com/kits/">hackeados para usos educacionais</a>. Mas me parece uma grande temeridade e forçada de barra <a title="como se forçar a barra no uso de twiiter em sala de aula" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">se usar o twitter</a> no lugar de ferramentas dedicadas e adequadas a fins específicos.</li>
<li><strong>Aprendizagem cooperativa não prescinde da mediação daquele que aprende há mais tempo!</strong> &#8211; Considerando especificamente a realidade do professor brasileiro que atende a uma quantidade enorme de alunos no seu cotidiano docente (no ensino básico, por baixo, um professor atende em média mais de 300 alunos numa estimativa muito otimista!) é realmente coisa <strong>de quem não está na sala de aula real</strong> acreditar que um professor possa administrar, minimamente bem, o fluxo contínuo de informações (não indexadas e nem sempre contextualizadas com objetivos educacionais previamente organizados) que esta ferramenta possa produzir. Não se enganem, desenvolver a capacidade de gerenciar suas próprias aprendizagens não é favorecida numa ferramenta que incentiva a <a title="Sobre a pobreza das conexões" href="http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/">produção irrefletida e contínua de fluxos informacionais</a>. Receio mesmo que em cursos superiores este fluxo contínuo possa impactar negativamente na habilidade de gerenciar aprendizagens, mesmo numa <strong><a title="Uma teoria de aprendizagem para a era da informação" href="http://maresta.wordpress.com/2007/02/27/conectivismo-%E2%80%93-uma-teoria-de-aprendizagem-para-a-idade-digital/">perspecitiva conectivista de aprendizagem</a></strong>!</li>
<li><strong>Aprendizagem requer auto-reflexão</strong> &#8211; Uma característica importante de quem aprende é perceber sua evolução ou olhar em perspectiva sua capacidade de tratar determinado objeto de aprendizagem. Uma ferramenta que não favorece a indexação do fluxo informacional dificulta este olhar em perspectiva, tão importante no ato de aprender e, mais importante de tudo, de aprender a aprender!</li>
</ul>
<h3>Alternativas</h3>
<p>Observando <a title="sugestões de uso do twitter na Escola" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">o que se tem proposto para o twitter em contextos educacionais</a> e levando em conta os argumentos acima (especialmente o terceiro) indico abaixo ferramentas que me parecem mais adequadas para o contexto educacional do que os microblogues:</p>
<h4>Compartilhamento de Endereços</h4>
<p>Aprender em rede e com uso das ferramentas da web 2.0 pode passar muitas vezes pelo <strong>compartilhamento de endereços web</strong> que sejam úteis para uma comunidade de aprendizagem ou mesmo para um subconjunto desta comunidade. Tão importante quanto compartilhar endereços e aplicativos web é achá-los depois de compartilhados.</p>
<p>Para estes casos no lugar do twitter, que embora até sirva para esta função é péssimo na indexação das informações compartilhadas por conta da sua restrição de 140 caracteres, é muito mais adequado usar um gerenciador social de favoritos (bookmarks). <strong><a href="http://delicious.com"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://delicious.com">Delicious</a></strong> pra quem não pode hospedar sua ferramenta e <strong><a title="gerenciador de favoritos livre" href="https://sourceforge.net/projects/getboo">get-boo</a></strong> pra quem pode, são duas opções muito mais efetivas que uma conta no twitter!</p>
<p>Tanto o <a href="http://delicious.com">Delicious</a> quanto o  <a title="gerenciador de favoritos livre" href="https://sourceforge.net/projects/getboo">get-boo</a> permitem compartilhar um endereço web (link), etiquetá-lo (&#8221;tagueá-lo&#8221;), inserir observações e muitas outras coisas que ficam prejudicadas no twitter.</p>
<p><a href="http://aprendendofisica.pro.br/guia">Aqui um exemplo do get-boo aplicado numa comunidade de aprendizagem de física</a>!</p>
<h4>Conversas, discussão, projetos, etc</h4>
<p>Discussões de projetos, anúncios rápidos ou não, organização de projetos, <a title="Wikipedia te explica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming">Brainstorms</a>, aprendizagens diárias e <a title="sugestões de uso educacionais do twitter" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">tudo o mais que é proposto neste texto aqui</a> pode ser muito melhor implementado com o bom e infalível blogue! E sim, <strong><a title="fazendo liveblogging sem twitter" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/fazendo_liveblogging_sem_uso_do_twitter">você também pode fazer isto usando seu dispositivo móvel</a></strong>!</p>
<p>Uma discussão temática num blogue é muito melhor indexada e, do ponto de vista didático, mais organizada que usando microblogues.</p>
<p>A mediação <strong>daquele que aprende há mais tempo</strong> é facilitada numa ferramenta otimizada para organizar as discussões ou conteúdos por mais de um indexador (data, tag, categoria).</p>
<p>A qualidade de discussão é incomparável quando você não se restringe a 140 caracteres. Repare que a falta de limite técnico aos 140 caracteres não implique que você não trabalhe a concisão dos argumentos dos participantes da comunidade.</p>
<p>E se você escolher adequadamente seu motor de blogue, a escrita no mesmo, pelos vários integrantes da sua comunidade de aprendizagem, pode ser tão simples e otimizada quanto você queira e, possívelmente, até mais familiar do que nos microblogues.</p>
<p>Aqui <strong><a title="um exemplo da efetividade dos edublogues" href="http://aprendendofisica.pro.br/alunos/index.php/1A-cp2-2009">um exemplo de blogue nesta perspectiva integradora</a></strong>.  E aqui <a title="Uma resenha do posterous" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/moblog/menos-e-mais-tambem-para-blogar">um exemplo de motor de blogue otimizado para ser alimentado via e-mail</a>!</p>
<h4>Gerenciamento da Inteligência Coletiva</h4>
<p>Um dos vários motivos porque microblogues em educação é uma péssima ideia (<strong>em minha opinião</strong>), numa <strong>perspectiva de educar para a Era da Informação e do Conhecimento </strong>e não para o século XIX é que os microblogues não gerenciam bem a inteligência coletiva gerada nas interações.  Mesmo utilizando-se os seus motores internos de busca avançada, não se consegue ter um ideia de quanto foi discutido, evoluído e produzido de inteligência num determinado coletivo aprendente.</p>
<p>Ao contrário dos microblogues, um <strong>gerenciador de listas de discussão</strong> (<a title="gerenciador de listas de discussão do google" href="http://groups.google.com.br/">google grupos</a>, <a title="gerenciador de listas de discussão do Yahoo" href="http://br.groups.yahoo.com">yahoo grupos</a> ou <a title="Um gerenciador de listas de discussão poderoso e livre" href="http://www.gnu.org/software/mailman/index.html">MailMan</a> se você pode/quer instalar o seu próprio gerenciador no seu servidor) permite não só que as discussões possam fluir na sua comunidade como se encarrega de gerenciar no melhor estilo &#8220;<a title="Permaneça simples amigo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Keep_it_Simple_Stupid">menos é mais</a>&#8221; a inteligência coletiva gerada pelas interações da comunidade.</p>
<p>Discutir (rasteiramente) no twitter além de ser um desperdício de tempo não permite que a inteligência coletiva que emerge do grupo possa ser, facilmente, gerenciada!</p>
<h4>Interações Síncronas</h4>
<p>E se você precisa, por uma demanda pedagógica, de interação síncrona você sempre poderá inserir no seu blogue um <a title="10 widget de chats a considerar" href="http://www.readwriteweb.com/archives/10_chat_widgets.php">widget de chat</a>!</p>
<p>E se o perfil sócio-econômico-tecnológico de sua comunidade permitir, você ainda pode fazer <a title="Uma boa alternativa de brodcast via sms" href="http://www.lembreto.com.br">uso de sms para espalhamento (broadcast) de informações</a> <strong>urgentes</strong>. O maior problema aqui é que o preço praticado pelas operadoras para o uso de sms  no Brasil ainda é proibitivo. Mas este problema também atinge o uso dos microblogues mais intensamente em dispositivos móveis!</p>
<h3>Uma última observação</h3>
<p>Embora nesta altura do campeonato isto já devesse ser óbvio para qualquer pessoa que já tenha entrado no mundo dos adultos, sempre vale a pena relembrar e enfatizar. <strong>Não existem absolutos</strong>! Algo que falha miseralvelmente pra mim pode funcionar lindamente pra você. E vice-versa!</p>
<p>Tenha isto em mente antes de pegar as pedras <img src='http://www.aprendendoemrede.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   E sim, os comentários estão abertos às suas considerações, afinal as conversações são muito melhores com mais de 140 caracteres, com reflexão e, mais importante de tudo, numa interface que organize as várias falas de modo organizado e intuitivo.</p>
<p><em> </em></p>


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		<title>Feliz Dia dos Professores</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 10:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Parafraseando o Caetano, ser Professor é dor e delícia&#8230; que cada vez mais a delícia supere a dor, mas convenhamos, sem a dor como avaliar o que foi delícia?
Um Feliz dia dos Professores para todos nós, para os colegas que estão trabalhando (em casa ou na Escola) e para aqueles que puderam/escolheram tirar o dia [...]


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<p>Um Feliz dia dos Professores para todos nós, para os colegas que estão trabalhando (em casa ou na Escola) e para aqueles que puderam/escolheram tirar o dia para descansar ou curtir com a família.</p>
<p>Que cada um de nós nunca perca de vista que  <strong>nós podemos impactar a vida de pessoas para o bem ou para o mal</strong>&#8230; então por mais simples que seja nossas ações que seja sempre com amor, pode parecer piegas, mas só nossos <strong>atos mais apaixonados</strong> é que marcam/impactam positivamente as pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_228" class="wp-caption aligncenter" style="width: 348px"><img class="size-full wp-image-228" title="professor" src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2009/10/professor.gif" alt="Professor" width="338" height="338" /><p class="wp-caption-text">Professor</p></div>
<p>Sejamos críticos, sejamos inovadores, sejamos conservadores, sejamos o que acreditamos que seja o melhor, mas sempre sejamos professores com amor!</p>


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		<title>Ferramentas da WEB 2.0 para Professores</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
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Nota Importante
Este texto foi publicado originalmente no blogue mestre:
http://sergio.blogmestre.org/2007/11/10/ferramentas-da-web-20-para-professores/
Infelizmente o projeto foi abandonado e o domínio expirou! Felizmente através do web archive estou resgatando os textos publicados lá e trazendo-os para cá!
Alguns serviços podem ter sido descontinuados!
Introdução
Um efeito colateral da discussão acerca dos notebooks do MIT/OLPC/B21 e que não parece ter sido tratada (isto em [...]


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<h3>Nota Importante</h3>
<p>Este texto foi publicado originalmente no <strong>blogue mestre</strong>:</p>
<p>http://sergio.blogmestre.org/2007/11/10/ferramentas-da-web-20-para-professores/</p>
<p>Infelizmente o projeto foi abandonado e o domínio expirou! Felizmente através do <strong><a href="http://web.archive.org/">web archive</a></strong> estou resgatando os textos publicados lá e trazendo-os para cá!</p>
<p>Alguns serviços<strong> podem ter sido descontinuados</strong>!</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Um efeito colateral da discussão acerca dos <a title="OLPC" href="http://wiki.laptop.org/go/The_Children%27s_Machine">notebooks do MIT/OLPC/B21</a> e que não parece ter sido tratada (isto em 2007!) explicitamente nos principais canais de tecnologias ou canais ligados a educação (ao menos os que acompanho!) é a questão das ferramentas básicas utilizadas por um professor/educador/estudante. Uma exceção é o <strong><a href="http://webinsider.uol.com.br/">excelente webinsider</a></strong>, onde alguns artigos mais ligados a educação foram publicados, e explicitamente em relação a este texto, <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/12/07/james-della-valle/">este excelente artigo<br />
</a> sobre Web 2.0, redes sociais e “ensino”.</p>
<p>Essa simples reflexão,  jogaria por terra a tese de que os computadores com foco em educação precisam de um hardware robusto e de espaço para armazenamento da ordem de terabytes… (<strong>Menos é mais!</strong>)</p>
<p>Sem entrar em maiores considerações sobre a concepção de educação que acredito, diria que educar para a <strong>Era da Informação</strong> é trabalhar com o paradigma do <strong>gerenciamento da informação para que esta se transforme em conhecimento!</strong> e não em armazenamento de informação! Indo mais além! Não se trata de se aprender muitas coisas (coisas que jamais serão utilizadas), mas se aprender o essencial para que se possa <strong>aprender o que for necessário &#8211; quando for necessário!</strong>).</p>
<p>Dominar a linguagem escrita, falada, matemática, das ciências, aprender a conviver, aprender a ser, e etc… para se aprender sob demanda…</p>
<p>Assim, não é necessário centralizar, na sua máquina de trabalho/estudo/aprendizagem, toda a informação que você usará no seu dia-a-dia de educador ou de aprendiz!</p>
<p>Não é nem necessário ter na sua máquina <strong>ferramentas sofisticadas de edição, planilhas e manipulação de multimí­dia</strong>. Ferramentas simples darão conta do recado, quando o foco é educar/aprender!</p>
<p>Assim,  segue uma lista básica das <strong>ferramentas da Web 2.0</strong> que julgo, subjetivamente, úteis e adequadas a todos os professores e,  em particular, para aqueles que comungam deste paradigma de educação &#8211; <strong>aprender a aprender</strong>!</p>
<p><a name="more1150"></a>[Mais:]</p>
<h3>Editores</h3>
<p>Um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki">sistema wiki</a> já daria conta do recado, alguns deles (<a href="http://www.pmwiki.org/wiki/PmWikiPtBr/PmWikiPtBr">PmWiki</a>, <a href="http//pt.wikipedia.org/wiki/MediaWiki">MediaWiki</a>, etc…) inclusive, tem a capacidade de gerar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pdf">PDF</a>s (um formato independente de dispositivos que mantém a formatação do documento, <strong>caso você realmente</strong> precise imprimir).</p>
<p>Mas para manter a compatibilidade com sistemas legados (o monte de arquivos que a maior parte dos professores já tem nos seus computadores, uma ótima opção é o <strong><a href="http://docs.google.com/">Google Doc</a></strong>. Um Editor de textos com suporte a padrões: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/OpenDocument">ODF</a> , ODT (padrão do OpenOffice), DOC (Padrão (?) do MSWOrd) e etc… além do suporte <strong>à produção colaborativa de documentos</strong>. Em conjunto com o não menos ótimo <a href="http://www.abisource.com/">AbiWord</a>, o professor já estará bem servido para 90% da sua produção de documentos, textos e etc…</p>
<p>Para um professor que queira ser realmente efetivo na produção dos seus documentos, o uso do <a href="http://txt2tags.sourceforge.net/pt/online.php">txt2tags-online</a> em conjunto com um editor de textos simples no seu dispositivo/computador permitirá ao mesmo perceber a essência do conceito de que <strong>menos é mais</strong>!</p>
<p>Naturalmente um professor que publica textos com muitas equações, se sentirá mais produtivo usando um editor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latex">LATEX</a>. Haverá controvérsias sobre a curva de aprendizagem para se usar LATEX, mas ferramentas como o <a href="http://kile.sourceforge.net/screenshots.php">KILE</a> ou <a href="http://www.tex-br.org/index.php/WinEdt">WinEdt</a>, por exemplo, suavizam a iniciação. A produtividade decorrente desta escolha, assim como, a qualidade e compatibilidade do material produzido irão compensar o esforço inicial! Embora o LATEX possa ser utilizado por qualquer educador, aqueles com textos repletos de equações, tabelas e diagramações mais elaboradas irão se beneficiar mais com esta escolha!</p>
<p>Neste endereço [1] você tem um compilador Latex online. Assim você se preocupa com a formatação no seu dispositivo e gera o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DVI_%28file_format%29">DVI</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Postscript">Postscript</a> ou PDF, on-line.</p>
<h3>Planilhas</h3>
<p>Gerenciar notas (<a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php?blog=6&amp;title=sobre_o_cancer_da_escola&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">este câncer da escola</a>), tarefas, finanças de projetos, tabular dados e etc… são tarefas que pedem o uso de planilhas!  Existem várias opções de <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/08/04/idgnoticia.2006-08-04.3132702593/IDGNoticia_view">planilhas on-line</a>, pra ser sincero, só usei a <strong><a href="http://spreadsheets.google.com/">do Google</a></strong>, mas outras excelentes opções existem, como a <strong><a href="http://numsum.com/">nunsum</a></strong>, por exemplo!</p>
<h3>Multimí­dia</h3>
<p>Uma grande discussão que se trava em educação é se o uso de cada vez mais recursos tecnológicos implica em mais efetividade nas aprendizagens!</p>
<p>Os pioneiros da Educação on-line, parecem mostrar que na prática, um minimalismo tecnológico (com mais pedagogia!) produz melhores resultados que a utilização de inúmeras tecnologias! O Pessoal da <a href="http://www.open.ac.uk/">Open Unversity</a>, que tem anos de estrada no uso de TICs em Educação,<br />
<a href="http://www.dmaier.net/teaching/it5110/articles/delivery1.pdf">mostram isso na prática</a>! Para uma argumentação mais detalhada <a href="http://www.aquifolium.biz/podcasts/wilsonfgv2006.mp3">ouçam este podcast</a> do <a href="http://www.aquifolium.com.br/wilson.azevedo/">Prof. Wilson Azevedo</a>.</p>
<p>Dito isto, se você julga oportuno utilizar, videos, fotos, sons não deixe de experimentar o <strong><a href="http://eyespot.com/">eyespot</a></strong> que é um editor de multimídia on-line e o  <strong><a href="http://www.stickam.com/">stickam</a></strong> que é uma central de distribuição de material multimídia e comunicação on-line!</p>
<h3>Interação</h3>
<p>Se comunicação síncrona (instantânea) é uma necessidade, você estará bem (?) servido com o <strong><a href="http://www30.meebo.com/index-pt-BR.html">meebo</a></strong> suporta todos os principais protocolos de comunicadores instantâneos. Assim você poderá falar com “gregos e baianos”!</p>
<h3>Outros</h3>
<p>Uma das ferramentas mais eficientes na Educação para a Era da Informação, e que não recebe a devida atenção devido ao vício de se acreditar que <strong>mais é mais</strong>, são as <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_discuss%C3%A3o">listas de discussão</a></strong>! Uma <strong>ferramenta minimalista e eficiente na criação e manutenção de inteligências coletivas e redes colaborativas de aprendizagens</strong>!</p>
<p>Sua facilidade de aplicação, gerenciamento e penetração em qualquer contexto tecnológico faz com que a escolha  seja  a <strong>número 1</strong> em qualquer projeto educacional em que eu me envolva!</p>
<p>O professor também sentirá necessidade de administrar com mais eficiência suas fontes de informação, atualização permanente, projetos, notícias e etc… Assim, um leitor on-line de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS">RSS</a> será de grande valia! Entre os várias ferramentas da web 2.0 para adminstrar os seus feeds você pode experimentar o <strong><a href="http://www.bloglines.com/">Bloglines</a></strong>, o <strong><a href="http://www.google.com/reader">Google Reader</a></strong>, o <strong><a href="http://www.netvibes.com/">Netvibes</a></strong> entre vários outros!</p>
<p>Se quiser gerenciar os seus favoritos (listas de endereços de sítios web) além de compartilhá-los pode escolher entre o <a href="http://del.icio.us/">del.icio.us</a> e os seus <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_bookmark">vários clones</a>.</p>
<p>E por último, mas não menos importante, não deixe de olhar o que os grandes atores do cenário de tecnologia têm a oferecer em relação a educação:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.google.com.br/a/edu/">Ferramentas Google para a Educação</a></strong> &#8211; Um esforço do <a href="http://www.google.com.br/">google</a> para incentivar professores a utilizarem suas ferramentas em contextos educacionais. Vale muito a pena acompnahr esta iniciativa!</li>
<li><s><strong><a href="http://br.buscaeducacao.yahoo.com/mt/">Yahoo Busca Educação</a></strong> &#8211; Um blogue colaborativo que centraliza dicas e iniciativas de educadores com TICs. Também é uma iniciativa a ser acompanhada pelos educadores</s>. Infelizmente este blogue <b>foi descontinuado</b> (Obrigado <a href="http://blogstoriasessenciais.blogspot.com/" title="Profa Fátima Campilho">Fátima Campilho</a> por me lembrar!)</li>
</ul>
<p>Uma compilação mais detalhada de cada um destas categorias é uma terefa que pode ser feita colaborativamente. Se você é professor é já utiliza alguma <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php?blog=6&amp;title=educacao_e_web_2_0&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">ferramenta da web 2.0 no seu dia-a-dia para atividades educacionais</a>, não deixe de compartilhar conosco a sua experiência!</p>
<p><strong>[Atualização de 2009]</strong></p>
<p>De 2006 para cá eu acho que várias  ferramentas citadas neste texto podem até ter evoluído e outras terem surgido. Mas elas continuam sendo as minhas escolhas.  Continuo desconsiderando todos os micro-blogues como ferramentas úteis para professores, de um modo geral. Podem, obviamente, em contextos bem específicos serem utilizadas!</p>
<p><strong>[/Atualização de 2009]</strong></p>
<p>[1] &#8211; <a href="http://nirvana.informatik.uni-halle.de/%7Ethuering/php/latex-online/latex.php?sprachauswahl=2&amp;aufruf=33806">http://nirvana.informatik.uni-halle.de/~thuering/php/latex-online/latex.php?sprachauswahl=2&amp;aufruf=33806</a></p>
<p>OBS: Texto publicado originalmente em <a title="Publicado no Sergio Blog em Novembro de 2006" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/2006/12/09/p1150">novembro de 2006</a>.</div>


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		</item>
		<item>
		<title>Refletindo sobre a Cola na Escola&#8230;</title>
		<link>http://www.aprendendoemrede.info/refletindo-sobre-a-cola-na-escola/</link>
		<comments>http://www.aprendendoemrede.info/refletindo-sobre-a-cola-na-escola/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 15:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[cola]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa-escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota Importante
Este texto foi publicado originalmente no blogue mestre:
http://sergio.blogmestre.org/2007/08/24/refletindo-sobre-a-cola-na-escola/
Infelizmente o projeto foi abandonado e o domínio expirou! Felizmente através do web archive estou resgatando os textos publicados lá e trazendo-os para cá!
Sobre a cola na escola&#8230;
&#8230;“Quem não cola não sai da Escola” (Aluno Desconhecido!)
A frase acima foi dita por um professor de física (Prof. Oswaldo) [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2Frefletindo-sobre-a-cola-na-escola%2F"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2Frefletindo-sobre-a-cola-na-escola%2F" /></a></div><h3>Nota Importante</h3>
<p>Este texto foi publicado originalmente no <strong>blogue mestre</strong>:</p>
<p>http://sergio.blogmestre.org/2007/08/24/refletindo-sobre-a-cola-na-escola/</p>
<p>Infelizmente o projeto foi abandonado e o domínio expirou! Felizmente através do <strong><a href="http://web.archive.org/">web archive</a></strong> estou resgatando os textos publicados lá e trazendo-os para cá!</p>
<h3>Sobre a cola na escola&#8230;</h3>
<p>&#8230;“Quem não cola não sai da Escola” (Aluno Desconhecido!)</p>
<p>A frase acima foi dita por um professor de física (Prof. Oswaldo) quando eu estava no ensino médio (2o grau na minha época!) e ele acrescentava:</p>
<p><em>&#8220;Mas se eu pegar é zero!&#8221;</em></p>
<p>Esta história me veio a mente esta semana (em 2007) ao receber <a href="http://groups.google.com.br/group/eadbr/browse_thread/thread/fd1f67371bae80ad/58bc605cc8d23bed?lnk=gst&amp;q=Pl%C3%A1gio+&amp;rnum=1#58bc605cc8d23bed">esta mensagem</a> na lista<a href="http://groups.google.com.br/group/eadbr/"> EADBR</a>!</p>
<p>O excelente <a href="http://escolabr.com">EscolaBr</a> está disponibilizando o software <strong><a href="http://www.escolabr.com/portal/modules/wfchannel/index.php?pagenum=34">Ephorus</a></strong> que verifica se um trabalho feito por um aluno contém <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%A1gio">plágio</a></strong>!</p>
<p>Longe de mim querer satanizar este software, mas a pergunta que eu faço é: <strong>Será que só atentar para a causa (a cola em si) e não para as causas da cola seria a melhor abordagem do problema!</strong></p>
<p>Uma possível resposta é ventilada pelo <strong><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/carlos_nepomuceno_nepo">Carlos Nepomuceno</a></strong>, <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/08/15/como-fazer-seu-projeto-social-media-empacar/">neste artigo</a> do <a href="http://webinsider.uol.com.br/">Webinsider</a>:</p>
<p>“(…) <em>Não basta instalar uma ferramenta.</em></p>
<p><em>No fundo, estamos diante de um impasse.</em></p>
<p><em>Uma <strong>nova geração</strong> está vendo como é bom e produtivo estar em um ambiente como o Orkut (troque Orkut por wikipedia, google, yahoo respostas , etc), mas a escola, a empresa e a própria sociedade não estão preparadas para essa nova realidade.</em></p>
<p><em>Agora é um problema de cabeça e não mais tecnológico, </em>(…)”</p>
<p>É preciso <strong>repensar como propomos os trabalhos e as atividades de pesquisa na escola</strong>, para que a cópia e/ou plágio deixem de fazer sentido para os alunos!</p>
<p>É óbvio que o aluno medíocre e/ou de caráter duvidoso sempre vai existir (enquanto o mundo for mundo!)… mas as vezes o modo como os trabalhos são propostos, quase que induzem o aluno a cópia…</p>
<p>Se o professor passa “<em>uma pesquisa</em>” e não lê/comenta a produção dos alunos, da próxima vez, certamente um grande número vai copiar e colar!</p>
<p>Se a pesquisa é sobre um tema muito vago e sem orientação, na hora do desespero, as mentes fracas irão copiar e colar…</p>
<p>Etc, etc, etc…</p>
<p>A questão mais importante numa pesquisa é o <strong>produto final</strong> ou o <strong>processo de garimpar informações e aplicá-las na resolução de um problema específico</strong>?</p>
<p>E pra não ficar apenas na teoria um exemplo prático:</p>
<h3>Um exemplo do que não deveríamos fazer!</h3>
<p>No modo “conservador” o professor (de física, por exemplo) pediria uma pesquisa sobre o funcionamento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GPS"><strong>GPS</strong></a>… para ser entregue em x laudas no formato Y. Leria todos os trabalhos e daria uma nota, baseado em critérios explicitados anteriormente aos alunos!</p>
<p>Alguns alunos, provavelmente para “entregar o trabalho” mais rapidamente, fariam uma “pesquisa rápida na internet”, copiariam um dos vários textos prontos sobre o assunto (muitas vezes sem sequer editar!) e entregariam ao professor!</p>
<p>Este, muitas vezes <strong>excessivamente atarefado com várias turmas e várias horas de aulas semanais</strong>, faria aquela “leitura diagonal” e daria sua nota (num intervalo discreto de notas, com no máximo três possibilidades: Zero, 5 ou 10!)….</p>
<p><strong>[Nota Importante]</strong><br />
O Professor, na grande maioria das vezes, é também vítima de uma organização escolar ainda centrada em “horas aula”, que contribui para que o mesmo seja menos educador e mais ministrador de aulas, com todos os efeitos indesejáveis para a educação!<br />
<strong>[/Nota Importante]</strong></p>
<h3>Um Exemplo de como poderíamos melhorar a situação!</h3>
<p>Tentando evitar a cópia e cola acrítica de informações pesquisadas na internet o professor poderia <a href="http://aprendendofisica.pro.br/blog/2007/05/05/atividade-de-pesquisa-1-ano-colegio-pedro-ii/">fazer perguntas sobre o funcionamento do GPS</a>, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Qual o Referencial utilizado no sistema de coordanadas do GPS ?</li>
<li>Quais as coordenadas utilizadas pelo sistema de posicionamento do GPS ?</li>
<li>Em que ponto da Terra se encontra a origem do sistema de coordenadas utilizado pelo GPS ?</li>
<li>Qual o número mínimo do satélites que devem estar “no horizonte do receptor” para que ele possa funcionar (determinar a posição) e por que?</li>
</ul>
<p>Poderia receber as respostas no modo tradicional (entrega em papel, etc…) ou pedir que os alunos publiquem suas respostas no portifólio da turma (que pode ser um <a href="http://www.aprendendofisica.pro.br/alunos/?s=gps&amp;sentence=AND&amp;submit=Busca">blogue</a> ou um <a href="http://aprendendofisica.pro.br/pmwiki.php/Main/MaterialDa102">wiki</a>).</p>
<p>O <strong>acompanhamento das respostas, com sugestões e questionamento, é tão ou mais importante que a resposta final dos alunos</strong>!</p>
<p>Isto não resolve totalmente o problema da cópia acrítica da produção intelectual alheia, mas desloca o problema da patrulha pela cola, para a administração da produção de conhecimento a partir de outras contribuições!</p>
<h3>Concluindo Provisoriamente</h3>
<p>O mais importante é que ao invés de usar as novas tecnologias para resolver problemas <strong>do paradigma da Escola como centro de ensino</strong>, temos que ao menos, usar as novas tecnologias para <strong>resolver problemas novos</strong>!</p>
<p><strong>De uma Escola que é espaço de Aprendizagens e de Colaboração</strong>!</p>
<p>Do Feisty Fawn</p>


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		<title>Edupunk, tentando não fazer mais do mesmo.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 10:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[O termo não é novo para o tempo da internet (maio de 2008), mas recente para o tempo da Educação (sim, para o bem ou para o mal, mudamos lentamente)!
O conceito por trás do termo Edupunk, sob certos aspectos, também não é novo para o professor usual, no Brasil. Quem quer fazer diferente e tem [...]


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<p>O conceito por trás do termo <strong>Edupunk</strong>, sob certos aspectos, também não é novo para o professor usual, no Brasil. Quem quer fazer diferente e tem como <strong><a href="http://aprendendofisica.pro.br/blog/2007/12/20/cinematica-dos-mapas/" title="Por que Sul e não Norte?">sul</a></strong> impactar na vida dos seus alunos ou da Escola, de um jeito ou de outro precisa seguir o &#8220;<strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DIY" title="Wikipedia te dá uma palhinha">faça você mesmo (DiY)</a></strong>&#8220;.</p>
<p>Óbvio que este deveria ser só o primeiro passo! <em>Faça você mesmo</em> deveria, tão rápido quanto seja possível, caminhar para o &#8220;<strong>Façamos nós mesmo</strong>&#8220;,  façamos de modo descentralizado, etc&#8230;</p>
<p>Um segundo ponto, subjacente ao conceito e que eu mais gostei, é a opção por <strong>usar padrões e ferramentas abertas</strong>!  Usar <strong>soluções que poderão ser repetidas em outros contextos independente de perfis tecnológicos</strong>!</p>
<p>Infelizmente muitos professores, educadores e gestores, são prisioneiros de ferramentas proprietárias e soluções fechadas! Acham que é tudo só uma questão de preço! <strong>Não é</strong>!</p>
<p>Uma sociedade que está cada dia mais conectada, precisa cada vez mais de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interoperabilidade" title="Wikipedia te explica">interoperabilidade</a></strong>, de independência de fornecedores, de liberdade de remixagem, reutilização e de compartilhamento. Precisa de <strong><a href="http://sleducacional.org">Softwares-Livres na Educação</a></strong>!</p>
<p>Educação para a <a href="http://www.aprendendoemrede.info/o-que-devemos-aprender-na-era-da-informacao/" title="Ea da Infomação">Era da Informação</a> e do conhecimento é essencialmente incompatível com uso de ferramentas e soluções que restrinjam o uso e o compartilhamento.</p>
<p><strong>Edupunk</strong> é também não ter medo de sair da zona de conforto, de usar  a ferramenta proprietária só porque é a que ele já utiliza e domina. Viver é aprender coisas novas sempre. </p>
<p>O professor <strong><a href="http://profs.if.uff.br/tjpp/blog/entradas/software-livre-para-professores" title="Prof. Thadeu Penna explica">que não é professor de si mesmo</a></strong>, <strong>que tem medo de aprender o &#8220;difícil&#8221; e o novo</strong>, terá dificuldades de convencer outros (seus alunos e/ou colegas) de aprenderem! Não, <strong>ninguém falou que é fácil</strong>! Mas se estivermos <a href="http://www.aprendendoemrede.info/professores-conectados/" title="Professores Conectados">conectados a outros professores</a>, a aprendizagem pode ser menos dolorosa!</p>
<p>Interessado no conceito de <strong>Edupunk</strong>? Aponte seu navegador para <a href="http://www.gutierrez.pro.br/?p=1471" title="Edupunk pela Suzana Gutierrez">esta entrada</a> no <strong><a href="http://gutierrez.pro.br" title="Prof. Suzana Gutierrez">blogue Profa. Suzana Gutierrez</a></strong>. Ela indica algumas referências sobre o assunto e discute também o conceito.</p>


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		<item>
		<title>5 Motivos por que  sou contra a Moderação Prévia de Comentários!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 11:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[moderação]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
Na verdade este texto é uma síntese dos meus argumentos na ótima discussão que se seguiu nesta mensagem aqui, da lista de discussão blogs_educativos&#8230;
Pressupostos

A Moderação de Comentários num blogue pode ser necessária e é um direito legítimo do editor do mesmo e não está em discussão.
Comentários anônimos deveriam ser evitados se o interesse é criar [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2F5-motivos-por-que-sou-contra-a-moderacao-previa-de-comentarios%2F"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2F5-motivos-por-que-sou-contra-a-moderacao-previa-de-comentarios%2F" /></a></div><h3>Introdução</h3>
<p>Na verdade este texto é uma síntese dos meus argumentos na ótima discussão que se seguiu <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/blogs_educativos/message/16350" title="Discussão bem legal">nesta mensagem aqui</a>, da lista de discussão <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/blogs_educativos" title="Lista de Discussão sobre blogues em Educação">blogs_educativos</a>&#8230;</p>
<h3>Pressupostos</h3>
<ul>
<li>A <strong>Moderação de Comentários num blogue</strong> <strong>pode</strong> ser necessária e é um direito legítimo do editor do mesmo e não está em discussão.</li>
<li>Comentários anônimos deveriam ser evitados se o interesse é criar conversações. Ter um interlocutor que se identifica é um pressuposto para as conversações.</li>
<li>Cada editor deve usar no seu blogue as &#8220;políticas de comentários&#8221; que julgue mais adequadas. Blogues não são formas, portanto não existem regras gerais, exceto a de que não existem regras gerais <img src='http://www.aprendendoemrede.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<h3>Os 5 Motivos porque julgo que a *moderação prévia dos comentários* é ruim</h3>
<ul>
<li><b>Fluxo das conversações</b> &#8211; <strong>*Moderar previamente*</strong> os comentários quebra o fluxo natural das conversações. Isto é tanto maior quanto maior é o tempo para a liberação dos comentários!</li>
<li><b>Todos os Comentários são bons até que se prove o contrário</b> &#8211; Do ponto de vista <strong>essencialmente prático</strong>, em condições normais de temperatura e pressão, a maior parte dos comentários será relevante, respeitoso e uma forma legítima de conversação/diálogo (concordante ou não!) com o tema do texto publicado no blogue. Moderar/apagar/editar só os comentários nocivos, agressivos, ilegais, ou que estejam fora do &#8220;filtro pessoal do editor do blogue&#8221; é mais prático do que ter que liberar um por um.</li>
<li><b>Ter um comentário ruim/indesejado por alguns instantes não é o fim do mundo</b> &#8211; O preço que se paga por se optar pela pressuposto de que todos os comentários são bons é permitir que um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_(inform%C3%A1tica)" title="O que é um troll?">troll</a>, spam ou agressão <strong>permaneça no blogue por um intervalo de tempo</strong> entre a publicação e a moderação do mesmo. É uma <strong>opção explícita pela liberdade de expressão</strong> e, mais importante de tudo, por <strong>educar o usuário/leitor a conviver com as diferenças respeitosamente</strong>.<br />
<strong>Editar/moderar explicitamente</strong> um comentário, indicando os motivos, é mais educativo do que moderar implicitamente. Por que? Pois o comentarista não sabe se ele caiu na moderação pois o editor tem horror a opinião discordante (<strong>mais comum do que se possa imaginar</strong>!) ou se foi por ter infringido o filtro pessoal do editor. <strong>Óbvio que isto só faz sentido se você considera o blogue como um espaço de conversações. Se o seu blogue é só um veículo de comunicação de 1 para muitos, esqueça este item!</strong></li>
<li><b>Todo comentário é bom até que se prove o contrário</b> &#8211; Em condições normais de temperatura e pressão, a maior parte dos comentários (na maior parte dos blogues) é legítima, legal e adequada.  Moderar previamente os comentários é pressupor que todo comentarista é potencialmente perigoso para o seu blogue. É tomar a exceção como parâmetro para o blogue!</li>
<li><b>Spammers e Mal-intencionados não devem punir os comentaristas</b> &#8211; A maior parte dos spammers pode ser combatida por automatizações  na sua plataforma de blogue. Alguém que, intencionalmente ou não, plante um comentário ilegal para lhe criar problemas poderá ser facilmente combatido com o acompanhamento dos comentários via <strong><a href="http://www.aprendendoemrede.info/usando-rss-com-efetividade/" title="O que é e como usar com efetividade">feed</a></strong> ou <strong>e-mail</strong>. A não ser que ele esteja combinado com um Juiz de plantão, a ideia de que você terá problemas com a justiça porque um comentário levou um <strong>intervalo de tempo diferente de zero</strong> para ser moderado não passa de <strong> histeria</strong>!  Histeria não costuma produzir boas atitudes! </li>
</ul>
<h3>Casos Particulares</h3>
<p>Em blogues educativos editados por alunos ou menores de idade,  ou ainda, blogues cujo público alvo sejam menores de idade ou alunos <s>é</s> pode ser prudente usar a moderação prévia.</p>
<p>O <strong>motivo é de ordem prática</strong>. Um responsável ou juiz que não entende a dinâmica dos comentários num  blogue e/ou da &#8220;<em>sua dinâmica de moderação</em>&#8221; pode entender que um comentário potencialmente nocivo deve ser motivo para a retirada ou o<strong> não uso</strong> do blogue.</p>
<p>Prevenir-se de &#8220;<em>cabeças duras</em>&#8221; é melhor do que gastar tempo e tutano explicando que <strong>um comentário ainda não moderado não é endossado pelo adulto/professor responsável</strong> pelo blogue, só isto!</p>
<p>Pessoalmente acredito que <strong>esconder dos jovens</strong> a existência do <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying" title="Bullying na Wiokipedia">Bullying</a></strong> ou do <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cyber-bullying" title="Cyber-Bullying na Wikipedia Inglesa">Cyber-Bullying</a></strong>, via moderação prévia dos comentários, é a pior maneira de prepará-los para o mundo real. Problemas vão surgir no mundo virtual e no mundo real. Enfrentá-los com vigor e coragem é papel de educadores, por isso não é uma tarefa trivial e fácil ser educador, como os leigos costumam imaginar.</p>
<p>A agressão covarde, o xingamento, o comentário pernicioso, de conteúdo inapropriado <strong>deve ser moderado</strong>!  Entretanto,<strong> não é a moderação prévia que vai impedí-lo de ocorrer novamente</strong>, nem irá proteger um jovem ou criança dele, este é o ponto!</p>
<p><strong>Tratar o problema (que é complexo) coletivamente</strong>(pais, alunos, jovens, professores), conversar (com os alunos, filhos e/ou jovens) sobre a possibilidade dele acontecer e como será tratado caso ocorra me parece <strong>mais educativo e formado</strong>r do que criar <strong>uma falsa sensação de proteção por escamotear que o problema existe</strong> e pode acometer a todos nós.</p>
<h3>Nota Final Importantíssima</h3>
<p>Se você pulou os pressupostos ou leu o texto na diagonal, antes de pegar as pedras e começar a atirar lembre-se que <strong>este é só o meu ponto de vista</strong>. </p>
<p>Não é melhor nem pior que outros pontos de vista e/ou tratamentos dos comentários em blogues. Apesar disto eu apreciaria muito seus argumentos a favor da moderação prévia. Eu mantenho a mente e o espírito aberto! Acredite!</p>
<p>E não, <strong>aqui não se modera a opinião divergente</strong>! Ela é igualmente bem vinda! Afinal, <strong>blogues são conversações</strong>!</p>
<p><a href="http://www.yoomp.com" rel="ccf2d76e0c41868d7ad86138ea56ad67-d80a8dacc756dac713f6929490a66d6f"><img src="http://www.yoomp.com/img/logo_peq2.png" alt="Yoomp" /></a></p>


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		<title>Micro-Resenha: Entre os Muros da Escola</title>
		<link>http://www.aprendendoemrede.info/micro-resenha-entre-os-muros-da-escola/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 03:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[#entre-muros-da-escola-edublogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[vida-professor]]></category>

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		<description><![CDATA[A ideia básica das micro-resenhas em vídeo pode ser conferida aqui&#8230; abaixo minha micro-resenha em vídeo (baixa resolução e qualidade)  

Apontador/Link para o Vídeo
Após assistir o filme, que tal fazer a sua e usar a tag:
 #entre-muros-da-escola-edublogosfera



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			<content:encoded><![CDATA[<div class="bzbutton" style="float:left;margin-right:10px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://buzzvolume.com/compartilhar?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2Fmicro-resenha-entre-os-muros-da-escola%2F"><img src="http://buzzvolume.com/button.png?url=http%3A%2F%2Fwww.aprendendoemrede.info%2Fmicro-resenha-entre-os-muros-da-escola%2F" /></a></div><p>A ideia básica das micro-resenhas em vídeo pode ser conferida <strong><a href="http://groups.google.com.br/group/edublogosfera/browse_thread/thread/c01883953f002ddb/b60fcce0520e83b6?hl=pt-BR#b60fcce0520e83b6" title="Mensagem na Lista edublogosfera">aqui</a></strong>&#8230; abaixo minha micro-resenha em vídeo (baixa resolução e qualidade) <img src='http://www.aprendendoemrede.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_j6Uu1UIKSg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_j6Uu1UIKSg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><b><a href="http://www.youtube.com/watch?v=_j6Uu1UIKSg" title="Para assistir o vídeo se seu leitor de rss não o mostra">Apontador/Link para o Vídeo</a></b></p>
<p>Após assistir o filme, que tal fazer a sua e usar a tag:<br />
<strong> #entre-muros-da-escola-edublogosfera</strong></p>
<p><a href="http://www.cinematorio.com.br/2009/03/entre-os-muros-da-escola.html" title="Resenha do Filme Entre os Muros da Escola"">Aqui uma resenha muito legal do filme</a> do <b>Renato Silveira</b>. Mas sugiro ler depois de ver o filme, é só uma sugestão <img src='http://www.aprendendoemrede.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><b>PS</b>: Esta entrada é baseada no excelente projeto <b><a href="http://cabinecelular.com.br/index.php/" title="Cabine Celular">Cabine Celular</a></b>. Outras resenhas, em vídeo, sobre este filme podem ser conferidas apontando seu navegador pra cá:<br />
<a href="http://cabinecelular.com.br/index.php/2009/03/11/entre-os-muros-da-escola/">http://cabinecelular.com.br/index.php/2009/03/11/entre-os-muros-da-escola/</a></p>
<p><b>OBS:</b><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YD7CFS0mLaY" title="Traile do filme Entre os Muros da Escola">Apontando seu navegador pra cá</a>, você pode assistir o trailer do filme.</p>


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		<title>Como criar um Edublogue &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-3/</link>
		<comments>http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 17:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio F. Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[edublog]]></category>
		<category><![CDATA[edublogues]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[era-da-informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a terceira (e última) parte da série. A primeira está aqui, a segunda pode ser lida aqui e as motivações da série estão aqui.
A principal virtude dos blogues é criar facilidade para escrita (e conversações) na web! Evidentemente que a primeira apropriação que grande parte dos educadores farão da ferramenta é usá-la para [...]


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<p>A principal virtude dos blogues é criar facilidade para escrita (e conversações) na web! Evidentemente que a primeira apropriação que grande parte dos educadores farão da ferramenta é usá-la para publicar materiais instrucionais fortemente focados no ensino.</p>
<p>Numa visão otimista, o segundo passo é descobrir que os blogues podem ser utilizados para organização e gerenciamento de <a title="blogue para ensinar ou aprender?" href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-2/">atividades de aprendizagem</a>. Isto, per si, já seria uma avanço nas nossas escolas, fortemente centradas no ensino e pior,  no <strong>trabalho individual do professor.</strong></p>
<p>Daí minha preocupação em escrever este terceiro e último texto da série.</p>
<h3>Ruptura ou mais do mesmo?</h3>
<p>Eu acho que tanto os blogues (<a title="edublogues" href="http://knol.google.com/k/sergio-lima/edublogues/1osh49mqg8m26/2#">edublogues</a>) quanto qualquer outra Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) deve ter como pano de fundo<strong> reinventar a Escola</strong>.</p>
<p>Não dever ser pensada/utilizada para ajustar-se ao que a Escola é hoje, mas sobretudo, para catalizar a Escola necessária para a Era do Conhecimento e das Aprendizagens.</p>
<p>Logo, os edublogues deveriam tentar romper com a visão do &#8220;<em>eu, myself e minha escrivaninha</em>&#8221; e procurarem uma prática mais colaborativa!</p>
<p>Poderiam tentar romper com aquela visão de <em>&#8220;todos iguais num mesmo formato</em>&#8221; e abrir espaço para as diferenças e particularidades.</p>
<p>Se esforçariam em romper com aquela visão &#8220;<em>é assim que se faz</em>&#8221; e abririam espaço para o &#8220;<em>no meu contexto tenho feito assim</em>&#8220;.</p>
<p>E por último, mas não menos importante, adotar um edublogue deve ser um movimento do professor que acredita em descobertas e em experimentações. Parar <strong>de ter medo de aprender e fazer coisas novas</strong>, de <strong>desejar o tutorial mastigado</strong>, de se sujeitar a todas aquelas regras inadequadas que existem em todas as nossas escolas.</p>
<p>Como poderemos motivar nossos alunos a aprender coisas novas se nós mesmos temos medo das coisas novas?</p>
<p>Sim, tem que manter a crítica e a vontade de <strong>desconstruir</strong> a escola que aí está. Pois<a title="A Escola do século XXI" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/11/23/descolagem-nave-a-escola-do-seculo-xxi-f"> ela  já está caindo de podre</a>&#8230;</p>
<p>E você o que pensa sobre o papel dos edublogues na prática dos professores e no contexto das nossas escolas? <a title="clique para deixar seu comentário" href="http://www.aprendendoemrede.info/edublogues-ruptura-ou-mais-do-mesmo/#respond">Comente</a> ou escreva sua opinião no seu edublogue!</p>
<h3>Textos Correlatos</h3>
<ul>
<li><a href="http://professordigital.wordpress.com/2009/02/11/aprendendo-a-aprender-com-as-tics/#comment-49">Aprendendo a Aprender com as TICs</a></li>
</ul>


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